quinta-feira, 13 de maio de 2010

Apolínea.




Fulguras como a figura
Mais notável do pomposo
Centro-Oeste.
Para os que sentem sede
És a água do agreste.
Para os que sentem frio
És o manto que os aquece.
E para os que padecem
De qualquer que seja o mal,
Sua energia é como
Uma força unilateral
Que surge sem igual, vibrante,
E de forma mais do que essencial.

És a jóia que não precisa
Ser avaliada
Para se ter a noção
De que és excessivamente
Valiosa e requintada.
Louco seria o rei
Que a quisesse de forma lapidada.
Jóias assim,
Precisam ser completas,
Para serem verdadeiramente
Apreciadas e valorizadas

És a pujança que veste
Os nus de espírito
E descamisados de esperança,
Num mundo
De tão pouca aliança
Onde os mortais
Já desistiram da utópica mudança.

És a bailarina
Que nem sequer dança
Mas ao entrar no palco,
És a que mais encanta,
Chegando a proporcionar
No velho espectador
Um renovado sorriso de criança.

És a suntuosidade
Em forma de gota de vida.
Quisera eu que todos os mares secassem
E germinassem com gotas que de ti pingassem.


por: Brunorico

Uma poesia tão agradável e gentilmente oferecida à mim, por uma pessoa brilhante, um monstro sagrado das palavras. Um presente lindo. Muito, muito obrigado querido... Você é FODA.


3 comentários:

  1. Ganhei o mês com esse "monstro sagrado das palavras" valeu mesmo minha querida, guarde com carinho o presente pois as palavras foram verdadeiras e escritas com muito carinho também.
    Beijão, tamu junto.
    Fica na paz.

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  2. parabéns pelo poema!!
    parabéns pela homenagem!!

    Apolíneia,gostei do nome!!
    Eu te amo viu!

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Uma tonelada de opinião...