terça-feira, 27 de julho de 2010

Escudos

Eu não tenho tempo pra falar teu nome
Eu não tenho nome pra você dizer
Meu café jamais vai matar sua fome
Nada que tu traga vai me apetecer
Sinistro parece que a gente se deu ao desfrute de nada
Tua tanga na manga do mágico falso
Tuas mãos na cartola teu corpo no palco

Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar

Não contei ainda teus escudos sujos
Sabe que eu te estudo sem me aproximar
O teu santo gringo me mostrou teu mundo
Vi que no escuro tu fica a chorar
Se Shiva me disse pra ter paciência
Te pego no beco do sino da crença
Te assusto com a ira da minha demência

Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar
Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar

Se Shiva me disse pra ter paciência
Te pego no beco do sino da crença
Te assusto com a ira da minha demência

Traga pra cá tudo
Deixa o seu ser mudo me fazer falar...

Maria Gadú, numa composição GENIAL.

ADORO>



2 comentários:

  1. óia Gadú ai mermã!
    hahahaha
    e esse blog baphonico
    te amo

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  2. "Sabe que eu te estudo sem me aproximar"


    Adoro essa frase;

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