Não sobrou nada do céu...
As perdas foram maiores que os ganhos, bem maiores mesmo...
Não sei mais lidar com elas.
A vontade negra da morte me envolveu... pra cobrir o que tinha sido lindo um dia...
Por hora, me retiro daqui.
Não, meu bem, não adianta bancar o distante: lá vem o amor nos dilacerar de novo...
Mostrando postagens com marcador crises. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador crises. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 3 de junho de 2011
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Música.
Nosso sonho
Se perdeu no fio da vida
E eu vou embora
Sem mais feridas
Sem despedidas
Eu quero ver o mar
Eu quero ver o mar
Eu quero ver o mar
Eu quero ver o mar
Se voltar desejos
Ou se eles foram mesmo
Lembre da nossa música
Música
Se lembrar dos tempos
Dos nossos momentos
Lembre da nossa música
Música
Nossas juras de amor
Já desbotadas
Nossos beijos de outrora
Foram guardados
Nosso mais belo plano
Desperdiçado
Nossa graça e vontade
Derretem na chuva
Se voltar desejos
Ou se eles foram mesmo
Lembre da nossa música
Música
Se lembrar dos tempos
Dos nossos momentos
Lembre da nossa música
Música
Um costume de nós
Fica agarrado
As lembranças, os cheiros.
Dilacerados
Nossa bela história
Tá no passado
O amor que me tinhas
Era pouco e se acabou
Se voltar desejos
Ou se eles foram mesmo
Lembre da nossa música
Música
Se lembrar dos tempos
Dos nossos momentos
Lembre da nossa música
Música...
Vanessa da Mata, servindo como trilha para minha dor... Consequentemente...
Se perdeu no fio da vida
E eu vou embora
Sem mais feridas
Sem despedidas
Eu quero ver o mar
Eu quero ver o mar
Eu quero ver o mar
Eu quero ver o mar
Se voltar desejos
Ou se eles foram mesmo
Lembre da nossa música
Música
Se lembrar dos tempos
Dos nossos momentos
Lembre da nossa música
Música
Nossas juras de amor
Já desbotadas
Nossos beijos de outrora
Foram guardados
Nosso mais belo plano
Desperdiçado
Nossa graça e vontade
Derretem na chuva
Se voltar desejos
Ou se eles foram mesmo
Lembre da nossa música
Música
Se lembrar dos tempos
Dos nossos momentos
Lembre da nossa música
Música
Um costume de nós
Fica agarrado
As lembranças, os cheiros.
Dilacerados
Nossa bela história
Tá no passado
O amor que me tinhas
Era pouco e se acabou
Se voltar desejos
Ou se eles foram mesmo
Lembre da nossa música
Música
Se lembrar dos tempos
Dos nossos momentos
Lembre da nossa música
Música...
Vanessa da Mata, servindo como trilha para minha dor... Consequentemente...
segunda-feira, 28 de março de 2011
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
A verdade nua e crua.
Tive a oportunidade de sentir prazer através do desconhecido. Impagável.
É bem maior do que achava que era. É sim.
Refleti sobre tal.
_______________________________________________________________
Entrei na livraria, peguei um livro do Jack Kerouac, pedi um café.
As pessoas em livrarias ao mesmo tempo que são patéticas folheando livros exotéricos, são altamente interessantes quando procuram por George Orwell... Eu estava lá tomando meu café, e lendo Kerouac, tão maldito e sujo quanto minha mente naquele momento.
Terminei meu café, fui até o caixa, e paguei pelo livro e pelo café. O atendente me seguiu até a porta e disse:
-Garota misteriosa...
Só me veio a cabeça falar "sim, um bocado", mas deixei a livraria como se não tivesse escutado o comentário.
Sempre que saio sozinha sinto mais vontade de uísque que de qualquer suco... Penso melhor, me sinto melhor, fico melhor.
Fui ao bar, com meu livro e gosto de café na boca.
Pedi meu uísque, acendi meu primeiro cigarro do dia.
Mais uma vez senti indagação no olhar do garçom, quase pude ler o pensamento dele: "uma garota sozinha, tomando uísque no feriado dos mortos, sozinha..." creio que tenha sido algo bem assim.
Tornei a refletir sobre meu mais novo desejo, e constatei que era bom mesmo ter os desejos e os sentidos renovados.
Planejei viagens, pensei nos meus trabalhos no curso de História, lembrei dos amigos passados, rí de mim mesma pela coragem da noite anterior, e senti uma vontade imensurável daquela companhia que tô querendo demais...
Terminei meu uísque, segui na chuva até o ponto de ônibus. E fiquei desenhando no vidro embaçado do ônibus. Apagava, desenhava, apagava, desenhava, paulatinamente, até chegar em casa.
Comi chocolates, desenhei no meu caderno, ouvi coldplay, joguei video-game, conversei, deitei e não dormi. A aflição da saudade e desejo não me abandonaram depois do dia cheio.
Levantei, tomei água, coloquei Amélie Poulan pra assistir, e finalmente adormeci, antes do final.
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Terça vegetal.
Hoje eu me molhei na água da chuva, não foi por querer, mas não me irritei...
Estava apática, deserta...
Eu pensava apenas em estar longe, sabe?
Bem longe...
Não me permitia imaginar um só lugar onde poderia estar.
Mas com quem queria estar, sim...
Não entendo ainda se é bom ou ruim esse começo de saudade,
esse início de curiosidade,
e esses "planinhos bem bobinhos"... como visitar um sebo, e tomar um cafézinho depois...
Me sinto diferente, mas é muito confuso.
Sinto um acréscimo incrível e gritante em mim, mas me sinto incompleta agora... Falta algo.
Que eu nem sabia que faltava antes.
Essas coisas vêm por alguns motivos: creio que um deles é causar dúvida, inquietação e aflição.
Porque é muito chato, não se sentir inteira e não poder ser completa!
Isso causa anseio nas pessoas, droga!
E interfere em personalidades, por exemplo: (acreditem se quiser os que me conhecem, e os que não me conhecem já podem me achar uma perturbada mentalmente.) hoje eu não tomei refrigerante e não comi carne pelo simples fato de querer começar uma "luta contra mim mesma", e adivinhem:
Tem dedo de alguém nessa história!
HISTÓRIA.
Era o que eu queria que acontecesse...
Enfim, por hoje chega, mais uma vez, derramei sentidos aqui.
Estava apática, deserta...
Eu pensava apenas em estar longe, sabe?
Bem longe...
Não me permitia imaginar um só lugar onde poderia estar.
Mas com quem queria estar, sim...
Não entendo ainda se é bom ou ruim esse começo de saudade,
esse início de curiosidade,
e esses "planinhos bem bobinhos"... como visitar um sebo, e tomar um cafézinho depois...
Me sinto diferente, mas é muito confuso.
Sinto um acréscimo incrível e gritante em mim, mas me sinto incompleta agora... Falta algo.
Que eu nem sabia que faltava antes.
Essas coisas vêm por alguns motivos: creio que um deles é causar dúvida, inquietação e aflição.
Porque é muito chato, não se sentir inteira e não poder ser completa!
Isso causa anseio nas pessoas, droga!
E interfere em personalidades, por exemplo: (acreditem se quiser os que me conhecem, e os que não me conhecem já podem me achar uma perturbada mentalmente.) hoje eu não tomei refrigerante e não comi carne pelo simples fato de querer começar uma "luta contra mim mesma", e adivinhem:
Tem dedo de alguém nessa história!
HISTÓRIA.
Era o que eu queria que acontecesse...
Enfim, por hoje chega, mais uma vez, derramei sentidos aqui.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Roda viva na vida morta.
O desejo é um tempo parado.
E o meu tempo não pode mais parar... Tem que rodar, tem que dar voltas.
Tem que chegar ao destino traçado.
E quem traçou?
Foi Deus?
Não creio. Fui eu.
Me sinto incompleta, numa roda viva, nessa vida morta.
A fumaça do meu cigarro escrevendo o nome dele...
Acordo, tomo café, logo existo, logo penso: menos um dia na roda viva.
Acendo um cigarro, boto música no rádio e sussurro: nessa vida morta.
Torturante não é. Escolhas são dessa forma mesmo.
Qualquer instante é só um tempo que não terminou.
Tenho vontade de saquear tudo o que ele tem de melhor.
E não vou esconder que sou o pior.
Não tenho vontade de ver essas partituras. (mortas)
Me retiro desse recinto com pesar hoje.
Nostálgica e horrenda.
Amarela.
Fosca.
terça-feira, 28 de setembro de 2010
O que me crucifica voluntáriamente...
Demorei pra dizer, eu sei.
Demorou vir a angústia súbita e dolorosa. Sei também.
Eu digo que amo, e amo mesmo. Acho até que é o único sentimento exposto e não momentâneo que parte de mim...
E tipo aquele amor de irmão, mãe, pai... Você se chateia, briga, esperneia, mas continua amando incondicionalmente. Assim procuro agir com os amigos fraternos.
Não posso dizer que deixei de amá-los! Porque os amo demais!
Amo mais que qualquer música. Que qualquer melodia.
Acho uma pena que seja assim... Acho uma pena que se dissolva como Sonrisal...
Sem mais...
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Para: Iraci Vieira Valentim.
domingo, 15 de agosto de 2010
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
terça-feira, 6 de julho de 2010
"- Você agora me vai achar piegas, mas deixa eu perguntar. Você não acredita em amor?"
Caiooooo, minha perdição nesse frio.
eu só quero que você saiba: que eu estarei aqui depois da porta fechada, das cartas rasgadas, e das feridas abertas! Estarei aqui entre os lençóis úmidos e entre os sorrisos desfeitos. Só pra te agradecer pelo bom filho-da-puta que você é!
terça-feira, 22 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Não me faça mais chorar.
Nunca mais entendeu?
Tão triste, tão triste, uma tristeza de dor física...
Dores na cabeça, na alma, nos olhos ainda inchados.
O inesperado sempre vem não é mesmo?
A rocha uma hora tem que desmoronar...
E desmoronou. Caiu bonito. Em lágrimas.
Que vergonha.
Que vergonha.
terça-feira, 8 de junho de 2010
Outra tentativa.
Eu queria tanto fazer aqueles desabafos imensos e cheios de palavrões e ao mesmo tempo tão sutis quanto as traições a mim mesma e me encher e vir aqui e despejar tudo sobre os teclados como se eu fosse me libertar de algo tão pesado tão pesado e grande e que me sufoca tanto e queria me libertar mesmo sempre que despejava essas coisas que eu vomitava e expelia como se fosse parar de me dar enjôo ou que fossem parar com tudo e trazer ele pra mim e tirar ele de mim e fazer ela parar com aquilo e deixar minha vida em paz e me trazer aquela musica com todas as melodias e sonoridades cativantes que me faziam lembrar de tudo de novo e estourava meus tímpanos e eu gritava gritava gritava e pedia pra esquecer a letra da música e repetia o refrão e chorava chorava e batia na parede e chutava os moveis ate que a nada fazia sentido e parava e respirava e lembrava que eram só palavras e memórias que era um desabafo contínuo de angústias e saudades e ascos da vida não quero parar nem vou parar agora tem mais coisas muito mais coisas e eu não sei mais que é minha vida e aqui e que são meus sentimentos aflorados e perturbados e eu leio muito leio e vejo fotos e lembro mais ainda dos cadáveres aqueles que enterrei pra melhorar o humor ou a dor e o ardor eu to me sentindo melhor juro não sei porque mas melhorei e tô ficando cansada e minhas mãos perderam ritmo e minhas vistas se embaçaram e eu não quero mais estar aqui vou deixando as palavras dormirem e ficarem em paz e adormeceram meus dedos também e minha viagem termina assim com oco e sede.
Assinar:
Postagens (Atom)

