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domingo, 25 de julho de 2010

Ali.

"Meu coração vive cheio de amor e deserto
Perto de ti dança a minha alma desarmada
Nada peço ao sol que brilha
Se o mar é uma armadilha nos teus olhos"
(Fagner e Zeca)

Sempre haverá uma idiota, que persiste no nada. No vazio.

Eu estava numa peleja, procurando o ócio criativo, em busca de palavras para expressar o meu mau contentamento com a vida. Com as pessoas. Com os objetos.
Não estava afim de "meter o pau" em ninguém. Em nada.
A verdade é que não estou mais apta.
É isso, me falta aptidão.
Me falta aconchego em qualquer palavra.
É domingo, de manhã. E eu não quero porcarias.
Não quero, sinceramente, pagar de Maria do Bairro...
Minha realidade não me permite ser personagem mexicana.
Nem mesmo Paola Bracho, como se dizem por aí.
A minha sagacidade está escassa.
Tão escassa quanto a personalidade de algumas mulheres, lindas e sem nenhum propósito nisso...
Sei lá, me veio muita coisa na mente agora.
Foda é que não consigo organizar nada.


segunda-feira, 10 de maio de 2010

Mew, se eu pudesse explodiria esse banco hoje!

ô infeeeeeeeeeerno!

merda merda.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

O tempo nos dá livros para engolir, pais para conhecê-los e assim acreditar mais ainda em Kafka, amigos para descobrir falhas humanas toleráveis, amores para nos dilacerar, e inteligência, para usar só 10%.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Descampado.

Aquela noite lá... nada além de lua e cheiro de terra, uns matos e a caminhonete, exalando mais veneno que eu.

Tipo: Okay, sem mais delongas, vamos lá baby!

E foi frenético. Excêntrico...

Regados a uma brisa tão leve, diferente do pesar de movimentos. Mo-vi-men-tos!
Severos. Fortes. Vibrantes.
PQP! Ele sabia mesmo o que fazer!

Sabia que ela era classuda. Sabia também que ela era ríspida até pra isso.
E sabia das coisas sujas que ela poderia gostar.


Sabia como transformar aquele rostinho adolescente no veneno móvel.

Sabia mesmo.

Dai: a praia desfez o veneno.

Free sex baby, entenda!

quinta-feira, 29 de abril de 2010

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Nostalgia (desnecessária)

Reelendo algumas coisas antigas: cartas, e-mails, postagens, recados, depoimentos... Pude ver o quanto o tempo é traiçoeiro. Em alguns dias tive certeza que eu amava. Amava aquele menino, amava aquela amiga. Amava aquela banda. Amava tanta coisa. Era tão fácil pra mim... Meu desgosto e pessimismo eram invisíveis, escondidos. Me pergunto se era fácil ou falso. (?)
São raras as vezes que ressuscito tais coisas. Hoje veio tão forte isso. Um reencontro com sentimentos velhos, que até então eu achava ultrapassados. Alguns deles continuam mortos. Não foram tão importantes assim. Outros me ferem com precisão onde dói mais. Aquele amor distante e desconhecido aos olhos, e que detonou todos os meus conceitos do que pode dar certo e, do que vai passar como brisa na vida, ainda me alfineta com a classe de uma bailarina. Aquele outro garoto que amava os Beatles e os Rollings Stones, acabou me trazendo de volta um interesse vazio nessa ultima viagem que o reencontrei. Isso não machucou. É de fato um interesse vazio. (não gosto de militares.) Aquela amiga idiota ainda não reapareceu, só vive ainda nas cartas e memórias. Bah, ela é uma idiota! O que me deixa altamente nervosa com essa nostalgia é o fato de, que por acaso ressurgiu. Só pra me deixar pensativa a ponto de nem perceber que o banco abriu, e que está vindo um monte de desesperados esparando por atendimento. Porcos!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

nada de agressividade.

por favor.
"Porque eu tô ainda muito inseguro de mim mesmo, e não acreditando absolutamente que alguém possa me curtir bem assim como eu sou."


Caio, pra ver se enjôa.

ps:

Tô PUTA. E quem dera se tivesse dando e ganhando dinheiro com isso!

Tô PUTAAA...