Não, meu bem, não adianta bancar o distante: lá vem o amor nos dilacerar de novo...
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Fanatismo
"Minhálma, de sonhar-te, anda perdida
Meus olhos andam cegos de te ver!
Não és se quer razão do meu viver,
Pois que tu és já toda a minha vida!
Não vejo nada assim enlouquecida...
Passo no mundo, meu amor, a ler
No misterioso livro do teu ser
A mesma história tantas vezes lida!
"Tudo no mundo é frágil, tudo passa..."
Quando me dizem isto, toda a graça
Duma boca divina fala em mim!
E, olhos postos em ti, digo de rastros:
"Ah! Podem voar mundos, morrer astros,
Que tu és como Deus: Princípio do Fim!..."
(Florbela Espanca)
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"Dois amantes felizes não têm fim nem morte,
ResponderExcluirnascem e morrem tanta vez enquanto vivem,
são eternos como é a natureza."
(Pablo Neruda)
Te amo, Aline!